O hebraico moderno é uma
língua semítica pertencente à família das
línguas afro-asiáticas. A
Bíblia original, a
Torá, que os judeus ortodoxos consideram ter sido escrita na época de
Moisés, cerca de 3.300 anos atrás, foi redigida em hebraico clássico. Embora hoje em dia seja uma escrita foneticamente impronunciável, portanto indecifrável, devido à não-existência de vogais no alfabeto hebraico clássico, os
judeus têm-na sempre chamado de a לשון הקודש Lashon haKodesh ("A Língua Sagrada") já que muitos acreditam ter sido escolhida para transmitir a mensagem de Deus à humanidade. Por volta da primeira
destruição de Jerusalém pelos
babilônios em
586 a.C., o hebraico clássico foi substituído no uso diário pelo
aramaico, tornando-se primariamente uma lingua franca regional, tanto usada na liturgia, no estudo do
Mishná (parte do
Talmud) como também no comércio.
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