Em geral, o
conceito e uso da palavra energia se refere "ao potencial inato para executar trabalho ou realizar uma ação". A
palavra é usada em vários contextos diferentes. O uso científico tem um significado bem definido e preciso enquanto muitos outros não são tão específicos. O termo energia também pode designar as reações de uma determinada condição de trabalho, como, por exemplo, o
calor,
trabalho mecânico (
movimento) ou
luz graças ao trabalho realizado por uma
máquina (por exemplo
motor,
caldeira,
refrigerador,
alto-falante,
lâmpada, vento), um organismo vivo (por exemplo os
músculos,
energia biológica) que também utilizam outras forma de energia para realizarem o trabalho, como o uso do petróleo que é um
recurso natural não renovável e também a principal fonte de energia utilizada no
planeta atualmente. A
etimologia da palavra tem origem no idioma
grego, onde εργοs (ergos) significa "trabalho".
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A política energética da União Europeia tem por objectivo garantir um aprovisionamento seguro, barato e sem perigo para a saúde dos cidadãos e para o ambiente.
Os Tratados que instituem as Comunidades Europeias não previam, na sua origem, uma política comunitária da energia.
A construção europeia assistiu, nos seus primórdios, à criação de quadros institucionais no domínio do carvão e da energia atómica:
Em 1951, a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), cujo Tratado teve o seu termo de vigência em 31 de Dezembro de 2002.
Em 1957, a Comunidade Europeia da Energia Atómica (Euratom).
Os tratados subsequentes não previram uma base jurídica específica para a política comunitária da energia, cujos fundamentos permanecem associados ao Tratado Euratom e a determinadas disposições dispersas nos capítulos «mercado interno» e «ambiente».
No contexto energético actual, a União Europeia deve enfrentar inúmeros desafios, nomeadamente o desenvolvimento das energias renováveis, a liberalização do mercado do gás e da electricidade, a limitação da dependência energética da União Europeia e a garantia de segurança nuclear.
Perante estes novos desafios energéticos, a União Europeia adoptou medidas destinadas, designadamente, a garantir a segurança do aprovisionamento face à dependência das importações de petróleo proveniente de regiões politicamente instáveis, a redefinir as prioridades em matéria de energia nuclear tendo em conta, nomeadamente, os riscos de acidentes e a eliminação dos resíduos, bem como a apoiar o desenvolvimento sustentável.
Com o novo programa de acções «Energia inteligente para a Europa», a Comissão propõe assim o reforço do apoio europeu à promoção das energias renováveis (ALTENER) et da eficiência energética (SAVE), através de uma reorientação da acção internacional para estas duas prioridades (COOPENER).
Ver:
Ambiente
Desenvolvimento sustentável
Redes transeuropeias (RTE)
s. Energy