Imaginemos que estamos numa linha de
comboio. Se olharmos para um qualquer dos lados para onde se estendem os carris, verificamos que existe uma ilusão óptica de os carris se intersectarem num ponto do horizonte. É este o conceito que serve mais frequentemente para ilustrar a definição de radiante de uma
chuva de meteoros. Ao olharmos os meteoros de uma chuva, se prolongássemos os seus rastos luminosos, íriamos teóricamente ter a um ponto na esfera celeste, de onde todos eles parecem emanar. O radiante localiza-se na constelação que dá o nome á
chuva de meteoros, tendo uma localização específica para cada chuva
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