Bacanal é uma festa em homenagem a
Baco, deus do vinho, sendo hoje uma designação para festas libertinosas, banquetes crapulosos e orgias. A palavra bacanal faz alusão ao
Deus do
vinho,
Baco.
Pisístrato, governante de
Atenas (
605 - 527 a.C.), o responsável pela oficialização do culto a Dioniso na
Grécia. Aos primeiros raios de sol da primavera, acompanhado de um séquito de sátiros e ninfas, sendo saudado pelos fiéis com música, danças, algazarras, vinhos, sexo e também violência, que por vezes terminava em tragédia.” Em 370 a.C., quando Atenas perde a hegemonia da arte, já se pode sentir a penetração do culto a Dioniso em
Roma. As bacantes, sacerdotisas que celebravam os mistérios do culto a Dioniso, nesse tempo mais conhecido como Baco (é com o nome de Baco que Dioniso entrou em Roma, daí alguns estudiosos afirmarem a origem italiana da palavra).
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Representação de cenas de orgias e embriaguez, temas bastante pintados e esculpidos nos séculos XVI, XVII e XVIII, inspirados em baixos-relevos romanos. Bacante
Sacerdotisa que, juntamente com os sátiros, forma o cortejo de Dionísio-Baco, no qual vai dançando freneticamente.